A higiene dos pulverizadores de bidê: questões materiais
Um pulverizador de bidê fica ao lado de cada vaso sanitário em milhões de banheiros na Ásia e no Oriente Médio. Na Europa e na América do Norte, ainda está em alta. A pergunta que sempre surge: essa coisa está realmente limpa?
A resposta curta é sim, quando construída corretamente. O cabeçote do pulverizador e a mangueira ficam em um banheiro, expostos à umidade, variações de temperatura e qualquer coisa que respingue. A escolha do material decide se ele permanece higiênico ou se torna um problema.
Os pulverizadores de latão possuem propriedades antimicrobianas naturais. As bactérias lutam em superfícies de latão. O aço inoxidável é outra opção sólida. Resiste à ferrugem e limpa facilmente com produtos de limpeza de banheiro padrão. Os pulverizadores de plástico são mais baratos, mas porosos no nível microscópico. Ao longo de meses de umidade, os minúsculos poços superficiais retêm a umidade e as partículas transportadas pelo ar. Uma limpeza não pode alcançar o que está instalado.
A mangueira também é importante. Uma mangueira trançada de aço inoxidável com tubo interno de PTFE mantém a água fresca, sem o biofilme que as mangueiras de PVC desenvolvem. Verifique a crimpagem onde a mangueira encontra a conexão. Vazamento de ondulações soltas e um gotejamento lento dentro da parede gera mofo que ninguém vê até que o cheiro apareça.
Para compradores de grande volume, a história da higiene tem uma camada extra. Um pulverizador que chega enferrujado não é apenas um retorno. É perda de confiança. Os retalhistas e empreiteiros que vendem para mercados onde os pulverizadores de bidé são padrão não podem permitir-se falhas de qualidade.
Três coisas a verificar ao selecionar um pulverizador:
Os pulverizadores de bidê ficam limpos quando são limpos. O material é a higiene. Todo o resto é apenas marketing.